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Tudo o que você precisa saber sobre a Gripe K

Uma variação do vírus da Influenza A (H3N2), do subclado K tem despertado a atenção dos cientistas desde agosto de 2025, quando foi identificada sua presença em vários países do hemisfério norte. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem acompanhado os novos casos e publicado orientações sobre o assunto. Reunimos as principais informações sobre o tema, uma vez que, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) emitiu um alerta sobre a temporada de gripe começar mais cedo nas Américas e seu impacto ser ainda maior no ano que vem.

Não há motivo para pânico

Os motivos por trás dos alertas se devem ao fato da temporada de gripe ter se estendido além do comum na região norte do globo e pela rápida disseminação do vírus. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde foram confirmados apenas quatro casos de Gripe K.

De acordo com especialistas da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os sintomas da Gripe K não são muito diferentes da gripe comum e incluem: febre, mal-estar, dor no corpo, dor de cabeça, tosse, dor de garganta e cansaço.

Na maioria dos casos, os sintomas cessaram entre três a sete dias, como esperado da gripe sazonal. Apesar disso, sintomas mais graves e hospitalizações foram observados em grupos mais vulneráveis que incluem idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com doenças crônicas e indivíduos imunocomprometidos.

Como se proteger?

Ainda não existe uma vacina específica para a Gripe K. No entanto, as vacinas atualmente disponíveis contra a influenza oferecem proteção contra casos graves. Por isso, a vacinação segue como principal linha de defesa.

Para evitar o contágio vale a pena manter espaços bem ventilados; evitar contato com pessoas que estejam com sintomas gripais; lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou higienizar as mãos com álcool em gel e usar máscara, se necessário.

Em caso de sintomas, é possível fazer testes rápidos para descobrir se é gripe e iniciar o tratamento com o com oseltamivir, conhecido como Tamiflu. Pessoas do grupo de risco devem procurar atendimento médico assim que surgirem os sinais para evitar complicações.

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